Consultório

Conceito

Os princípios da Mordomia estão totalmente direccionados para o fortalecimento da ligação entre o dono e o seu animal.

Acreditamos que a prevenção é a melhor forma de aumentar a qualidade e esperança média de vida do seu animal de companhia.

Assim sendo, os principais objectivos da Mordomia são:

  • Promover a medicina preventiva;

  • Investir constantemente na formação dos seus médicos veterinários;

  • Apostar em diferentes serviços cada vez mais necessários no dia-a-dia dos nossos clientes por forma a satisfazer as suas necessidades;

  • Actuar sempre com o propósito de melhorar a qualidade de vida dos nossos pacientes, evitando o seu sofrimento.

CONSULTÓRIO VETERINÁRIO

É neste espaço que queremos receber o seu ANIMAL de ESTIMAÇÃO...

Os espaços de saúde do seu amigo

Os espaços de saúde e beleza do seu amigo. Pensados para o bem estar do seu animal de estimação e para o do próprio dono.

FIV E FELV EM GATOS

O vírus da Imunodeficiência felina ou SIDA felina (FIV) e o da Leucemia felina (FeLV) são dois agentes patogénicos distintos, mas que se transmitem e manifestam clinicamente de forma semelhante. A transmissão ocorre através de arranhadelas, mordeduras, acasalamento ou por via transplancentária (da mãe para o filho durante a gravidez). Por isso, gatos com acesso à rua, sobretudo os não castrados (chamados de “gatos inteiros”) têm maior probabilidade de contraírem estas doenças, pelo facto de serem mais territoriais e estarem predispostos a lutas e actos sexuais. Alguns animais podem apresentar ambas as doenças em simultâneo.

Tanto o FIV como o FeLV são vírus imunodepressores, ou seja atacam as células do sistema imunitário dos gatos, tornando-os mais suscetíveis a outras doenças. Assim sendo, os animais infetados podem não só apresentar uma enorme variedade de sinais clínicos decorrentes de infeções oportunistas, como também serem assintomáticos durante alguns anos, sobretudo nas fases iniciais de contágio. Não existe tratamento específico para o FIV nem para o FeLV, pelo que as terapias médico-veterinárias utilizadas são ajustadas aos sintomas apresentados por cada gato afetado.

Existem testes diagnósticos, realizados através de amostras de sangue recolhidas do seu gato, que permitem diagnosticar ambas as doenças. A realização destes testes justifica-se quando pretende adotar um gato de origem incerta ou que teve possibilidade de contacto com os vírus, se o animal apresentar sinais clínicos que possam sugerir infeção por FIV/FeLV e antes da primeira vacinação contra o FeLV. Existem situações específicas em que estes testes deverão ser repetidos dentro de algumas semanas para confirmar o resultado obtido.

Caso os testes resultem positivo para uma ou ambas as doenças, mantenha a calma! Muitos dos gatos infectados não manifestam qualquer alteração clínica durante longos períodos, no entanto são necessários alguns cuidados de forma a proporcionar-lhes uma vida o mais saudável possível:

  • Os gatos infectados devem ser mantidos indoor (isto é, sem acesso ao exterior), não só para minimizar a exposição a outros agentes causadores ou agravantes da doença, mas também para reduzir a transmissão da mesma.

  • Os controlos médico-veterinários devem ser feitos com regularidade, de forma a que os animais sejam avaliados com frequência.

  • Se tiver vários gatos na sua casa, aconselha-se que todos sejam testados. O ideal seria separar os animais sero-positivos dos sero-negativos.

Atenção, nenhuma destas doenças é uma zoonose, pelo que não há possibilidade de transmissão para o ser humano! No entanto, visto os gatos acometidos terem o sistema imune vulnerável, todos os cuidados devem ser maximizados para que não nos transmitam outras doenças para as quais estão mais suscetíveis.

De forma a prevenir o FIV e o FeLV, devemos tomar algumas medidas:

  • Evitar o contacto do nosso patudo com outros gatos que tenham acesso ao exterior. No caso de optarmos por deixá-lo dar as suas voltinhas pela rua, a castração é uma das medidas de eleição para prevenir a disseminação da doença.

  • Actualmente, em Portugal, já existe vacina contra o FeLV, a qual é aconselhada para os gatos que pertençam ao grupo de risco, isto é gatos castrados ou inteiros, que tenham acesso à rua.

  • Limpeza regular do ambiente onde vive o gato: o chão da casa e a caixa de areia devem ser lavados frequentemente com bons desinfetantes, os tapetes e mantas em contacto com o animal devem ser aspirados e lavados de forma habitual. Estes cuidados impedem que os vírus FIV e FeLV permaneçam muito tempo no ambiente, pois são vírus de constituição frágil.

Revista Guia do cão – Hospital Vet Ani Mar

Higiene Oral

Higiene Oral

Dentes limpos e saudáveis são vitais para cães e gatos! Apesar disso, doenças nos dentes e gengivas são muito comuns em cães e gatos. Existem estudos científicos que comprovam isso:

"80% de todos os cães de 3 anos de idade sofrem de doenças nos dentes ou nas gengivas!"

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Dependendo do tipo de doença dental, apenas um procedimento cirúrgico poderá resolver o problema, sujeitando o seu animal aos riscos de uma anestesia.

O que leva à formação de tártaro é a placa bacteriana. É um bio filme, que é criado a partir dos restos de alimentos e bactérias e seus metabolitos que se acumula sobre os dentes. Se a placa não for removida regularmente, vai endurecer através dos minerais contidos na saliva e torna-se tártaro permanente. Isto leva a inflamação e recessão gengival, exposição do colo do dente e danos no periodonto - doença periodontal.

A inflamação provoca deterioração óssea (osteólise), amolecimento do dente e, eventualmente, a perda do dente. Estas alterações patológicas são extremamente dolorosas para o seu cão. Eles afetam a qualidade de vida (provocando dor na mastigação, levando o animal a deixar de comer) e pode levar a alterações de comportamento.

Como perceber se o seu cão tem problemas de dentes?

O mau hálito é frequentemente o primeiro sinal, estando normalmente associado a uma inflamação da gengiva. Verifique os dentes do seu cão regularmente, levantando suavemente os lábios. A placa bacteriana e o tártaro acumulam-se mais nos dentes molares e caninos. Se a linha da gengiva está vermelha e sangra ao toque, a inflamação está já num estádio avançado e é altamente recomendável que você consulte o seu médico veterinário.

Quais as consequências da doença periodontal

• Mau hálito progressivo e salivação excessiva

• Dificuldade em se alimentar, devido à dor durante a mastigação

• Perda de dentes

• Formação de abcessos

• Infeções secundárias de outros órgãos: o coração, os pulmões, os rins, e o fígado podem ser infetados pela entrada de bactérias na circulação sanguínea

Como proteger o seu cão contra problemas dentários?

Mastigar ossos, barritas, cordas ou outros produtos existentes para a higiene oral ajuda a remover a placa bacteriana. Mas isso por si só não é suficiente! Só é possível limpar os dentes cuidadosamente e de forma eficiente, utilizando uma escova de dentes ou dedeira. Porque, como com os seres humanos, a limpeza diária dos dentes é também o fundamento mais importante para os dentes saudáveis para um cão.

O que você deve tomar nota sobre a limpeza diária dos dentes?

Deve começar a limpar os dentes todos os dias, desde cachorrinho, ensine o seu cão a escovar todos os dias desde cachorrinho começando por brincar com ele de forma suave. A higiene dental deve tornar-se um ritual diário, que seja divertido para seu cão e para o qual ele é recompensado, por exemplo, com muita brincadeira ou após a escovagem ter direito ao passeio que tanto gosta.

Passe pela MORDOmia...

Temos todo o gosto em ajudar e aconselhar os diversos produtos para melhorar a vida do seu amigo.

Golpes de Calor

Com a chegada do Verão e dos dias quentes, os passeios tornam-se ainda mais apetecíveis!

Contudo, há cuidados que deve ter para proteger o seu cão dos golpes de calor!

A British Veterinary Association (BVA) e a British Small Animal Veterinary Association (BSAVA) destacam algumas recomendações para ajudar a manter o seu animal em segurança:

  • Não o deixe dentro do carro ou em locais pouco ventilados;

  • Certifique-se de que tem sempre água limpa e fresca à disposição e locais de sombra, sobretudo nas horas de maior calor;

  • Evite o exercício físico nas horas de maior calor;

  • Fique atento aos primeiros sinais de insolação, como: respiração ofegante, hipersalivação, temperatura elevada da pele e batimento cardíaco acelerado;
  • Entre imediatamente em contato com um veterinário se o animal não responder às tentativas de arrefecimento.

Não coloque o seu melhor amigo em risco, proteja-o dos golpes de calor!

Saiba mais em: http://goo.gl/JloaYv

Cuidados com o seu amigo

VACINAÇÃO

Deve ter em atenção a vacinação do seu animal, trata-se de um cuidado fundamental para a sua saúde, sem vacinas o seu animal pode adoecer e, em algumas situações a sua sobrevivência poderá estar comprometida.

Quando?

· Às 6/8 semanas – Parvovirose e Esgana

· Às 12 semanas – Parvovirose, Esgana, Hepatite, Parainfluenza e Leptospirose

· Às 15/16 semanas – Reforço da anterior

· Às 18 semanas (4 meses) – Raiva

  • Anualmente – Parvovirose, Esgana, Hepatite, Parainfluenza, Leptospirose e Raiva.

Poderá ser realizada a vacina da Tosse do Canil em situações em que os cães frequentem escolas de treino, ou grandes aglomerados de cães.

Facultativamente podem também ser vacinados anualmente contra Babesiose (Febre da carraça) nos meses de Janeiro/Fevereiro e contra Herpesvirus se for utilizado em reprodução ou se tiverem possibilidade de contacto com cães de diversas proveniências (ex: canis e cães de caça).

Deverá fazer também até aos 6 meses a vacina da Raiva e aplicação do Microchip.

Precauções:

A vacinação só se torna efectiva 15 dias após o reforço da vacina tetravalente, até lá não deixe o seu cachorro ter contacto com pavimentos públicos ou cães que possam não estar vacinados.

Permita ao cachorro a socialização com outras pessoas e ruídos da rua desde cedo, mas faça-o com ele no seu colo até terminar a primovacinação.

DESPARASITAÇÃO E PREVENÇÃO DE DOENÇAS PARASITÁRIAS

A prevenção de parasitas em cachorros começa com a desparasitação da mãe. Esta deve ser desparasitada antes de ser coberta, uma semana antes e de 15 em 15 dias enquanto estiver a amamentar. As mães mal desparasitadas infectam os cachorros antes do parto através da placenta e após o parto através do leite, reinfectando-se ao fazer a higiene dos cachorros.

Os parasitas internos, além de poderem ser transmitidos aos humanos, causam atraso no crescimento dos cachorros e são uma das principais causas de diarreia nesta idade.

Esquema de desparasitação recomendado para os cachorros:

Das 2 semanas aos 3 meses – 15 em 15 dias

Dos 3 meses aos 6 meses – mensalmente

A partir dos 6 meses – de 4 em 4 meses

A transmissão destes parasitas mais comuns não se efetua de forma direta entre o animal e o humano sendo necessário o contacto direto pela parte do adulto/criança com a terra onde o animal defecou para que isto aconteça (o que poderá acontecer através do contacto com o pelo do seu animal ao fazer-lhe mimos e brincar com).

Desparasitação externa:

Tanto as pulgas como as carraças não se limitam apenas a incomodar o seu cachorro, podem transmitir doenças graves, tais como a febre da carraça (Babesia e Erlichia) e parasitas (Dipylidium caninum).

Também os mosquitos são fontes de duas doenças potencialmente fatais, a Leishmaniose e a Dirofilariose (verme do coração). Para proteger o seu cachorro, deve desparasitá-lo com uma pipeta anti-parasitária todos os meses a partir dos 2 meses e usar sempre uma coleira repelente de mosquitos. Para a prevenção da dirofilariose, pode ainda optar pela administração de um comprimido mensal.

A desparasitação externa deve ser realizada mensalmente, existindo várias opções para o fazer.

A atuação sobre este tipo de parasitismo é de extrema importância; para além de serem espoliadores do animal na medida em que se alimentam, quase todos, do seu sangue, transmitem doenças graves, nomeadamente: a Leishmaniose Canina; a Dirofilariose (verme do coração) e um conjunto de doenças que, pela linguagem popular, se designam por “febre da carraça”. Nos gatos, alguns destes agentes poderão ainda transmitir as bactérias responsáveis pela anemia infeciosa felina que é uma doença relativamente comum nesta espécie.

NOTA:

Os parasitas internos (vivem dentro do organismo, maioritariamente no intestino; também se disseminam por outros órgãos como o fígado e pulmões onde também podem habitar) mais comuns do cão e gato são os nematodes – vermes redondos, comummente designados por lombrigas – e os cestodes – vermes achatados designados comummente por ténias. Estes são transmitidos pela ingestão das formas infestantes, a partir da terra, se bem que também podem ser transmitidos durante a gestação ou através da amamentação. Estes parasitas “internos” são uns verdadeiros espoliadores de alimento, para além de poderem originar inflamações intestinais e cólicas. É por isso, fundamental, manter o animal isento destes parasitas em especial durante o seu crescimento e desenvolvimento. Os parasitas externos (estão sobre a pele do animal ou alimentam-se através da picada da mesma) mais comuns são as pulgas, carraças, Phlebotomus spp (não é verdadeiramente um mosquito; representam maioritariamente os insetos transmissores da doença Leishmaniose Canina no nosso país), mosquitos e moscas. Para todas estas “ameaças” externas existe uma série de produtos no mercado que funcionam como prevenção ou tratamento.

HIGIENE

Se achar que o seu cão necessita tomar banho deve fazê-lo nos 15 dias após o término da primovacinação, se entretanto ficar sujo, pode limpá-lo com toalhetes ou champô seco.

Dê banho ao seu cachorro no máximo 1 vez por mês. O seu cachorro necessita manter alguma oleosidade na pele para que esta se mantenha saudável. Banhos demasiado frequentes podem levar a problemas na pele e no pelo. Use um champô suave e hidratante, próprio para cão, devido ao pH da pele do cão. No caso do gato, aplica-se o mesmo critério de escolha sendo que é possível encontrar no mercado champôs adaptados a ambas as espécies.

Tenha atenção aos ouvidos do seu cachorro, devem ser limpos pelo menos 2 vezes por semana, existem produtos apropriados para essa limpeza. Cães de orelhas caídas ou de pelo comprido necessitam por vezes de uma depilação manual dos pelos que crescem dentro dos ouvidos, proporcionando o correto arejamento, evitando assim o surgimento de otites.

HIGIENE DENTÁRIA:

Deve desde cedo habituar o seu cachorro a escovar os dentes. Fazendo uma escovagem 3 vezes por semana de forma a evitar a formação de tártaro. Podem também complementar esse processo com brinquedos de borracha, ossos de couro prensados ou ossos com flúor.

SOCIALIZAÇÃO

A idade recomendada para o cachorro deixar a mãe e irmãos e conhecer os seus novos donos é a partir dos 2 meses. É também a idade ideal para começar a socializar convenientemente com aquilo que o rodeia, mas ainda não está totalmente imunizado para poder andar na rua. Os donos devem então providenciar essas oportunidades de forma segura, por exemplo, levando o cachorro a casa de amigos que tenham cães saudáveis e vacinados, de várias raças e de várias idades, e claro, que não sejam agressivos para não traumatizar o cachorro. Devem deixá-lo explorar novas texturas, sons, objectos, ambientes (praia, parques públicos, esplanadas, feiras, campo, etc.), mesmo que tenham que o levar ao colo.

A introdução a vários tipos de pessoas e a outros animais, como gatos e pássaros, é importante nesta idade para que aprenda a ser confiante e amigável com todos. Se o seu cachorro se mostrar inseguro, proceda com naturalidade e ignore, não o agarre ou o console, isso só irá reforçar esse comportamento. Se você der o exemplo, após algumas hesitações, ele imitá-lo-á. Algumas escolas para cães têm classes de socialização de cachorros. São óptimas oportunidades para conhecer novos amigos e aprender obediência desde cedo.

Não subestime a importância de uma socialização bem feita, pois todas as más experiências ou a ausência de experiências, entre os 2 e os 6 meses, será catastrófico para o equilíbrio emocional do seu cão em adulto.

Atenção as Férias

Agora que estamos no Verão sabemos que a taxa de abandono de animais de estimação aumenta. Por isso queremos que saiba as medidas a adoptar no caso de perder ou encontrar um animal. Por favor diga não ao abandono.

Pooch & Mutt - Health Food for Dogs

Alimentação e snacks NATURAIS & FUNCIONAIS (específicos para cada condição física e de saúde), sem cereais e conservantes químicos, elaborados a partir da combinação ativa de ingredientes naturais e biológicos. Toda a alimentação Pooch & Mutt é "naturalmente direcionada" - é cheia de ingredientes activos e naturais, adaptada às condições específicas da vida do seu cão e tem por objectivo melhorar a qualidade de vida e longevidade dele. A gama é composta por alimentação grain free e snacks: Move Easy: ajuda nos problemas de mobilidade e cães muito activos; Slim & Slender: ajuda na perda e manutenção do peso ideal; Fresh Breath: ajuda a melhorar a higiene oral; Health & Digestion: ajuda na sensibilidade ou dificuldade digestiva; Calm & Relaxed: ajuda a controlar a ansiedade ou nervosismo.

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Xixi e cocó no sítio certo - Mordomia

As pessoas tendem a interpretar as reações dos cães com base nos comportamentos dos humanos e isso origina uma abordagem completamente equivocada para o problema, causando frustração e desgaste no relacionamento entre o dono e o animal.

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